O projeto Operação Sorriso, desenvolvido por servidores da Polícia Penal do Espírito Santo no Centro de Detenção Provisória de Colatina (CDPCOL), beneficiou 1.388 crianças durante as ações de Natal 2025. A iniciativa contemplou alunos de escolas públicas, instituições de acolhimento e filhos de internos da unidade prisional, reforçando o compromisso social da Polícia Penal com a comunidade.
Idealizado inicialmente pela equipe B do CDPCOL, o projeto foi ampliado para toda a unidade e tem como principal objetivo presentear crianças em datas comemorativas. Segundo o servidor Alves, um dos integrantes da ação, a proposta surgiu de forma colaborativa. “Esse projeto foi idealizado em primeiro plano pela equipe B do CDPCOL e depois foi se estendendo para toda a unidade. O objetivo principal é presentear, em datas comemorativas, crianças carentes das escolas da região de Colatina”, afirmou.
Os recursos utilizados na Operação Sorriso são arrecadados por meio de ações entre amigos, como rifas de produtos doados. “Recebemos, por exemplo, uma air fryer, um liquidificador e uma misteira, que foram rifados para aquisição de fundos”, explicou Alves. A ideia inicial do projeto partiu das servidoras Pamela Castro e Kamila Marques, consideradas as pioneiras da iniciativa.
Na ação de Natal deste ano, o projeto contou com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) subseção Colatina, que contribuiu para a entrega de presentes a estudantes de diversas escolas e a 300 crianças, filhos de detentos do CDPCOL. “Além de presentear alunos de várias escolas, também vamos atender 300 crianças, filhos dos internos, em parceria com a OAB de Colatina”, destacou o servidor.
As ações alcançaram escolas municipais e estaduais de Colatina e Marilândia, centros de educação infantil, orfanatos e centros de acolhida, totalizando 1.388 crianças atendidas. Entre elas, estão alunos que escreveram cartinhas para o Papai Noel e foram apadrinhados por policiais penais.
De acordo com Alves, seu papel no projeto é angariar fundos e buscar recursos para viabilizar as ações. Para ele, a iniciativa vai além da entrega de presentes. “Significa apresentar à sociedade uma Polícia Penal comprometida com as causas sociais”, concluiu.
Texto: João Otávio Carvalho/Ascom PPES
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